Citações:Dumbledore, Alvo:OdF

De Dicionário Madame Pince

SONORUS

Citações por e sobre Alvo Dumbledore


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De Harry Potter e a Ordem da Fênix

“Uma voz horrível saiu da carta em chamas e ecoou pelo aposento fechado. – Lembre-se da última, Petúnia. Petúnia pareceu que ia desmaiar [...]”

  • OdF, capítulo 2.


“Em seguida, Dumbledore se encaminhou para um dos frágeis instrumentos de prata cuja função Harry não conhecia, levou-o para a escrivaninha, sentou-se em frente e tocou o instrumento com a ponta da varinha.
O instrumento ganhou vida, imediatamente, produzindo tinidos rítmicos. Pequeninas baforadas de fumaça verde pálido saíram de um minúsculo tubo de prata em cima. Dumbledore mirou a fumaça com atenção, a testa profundamente vincada. Passados alguns segundos, a fumacinha se transformou em um jorro constante de fumaça que espiralou pelo ar... e surgiu na ponta a cabeça de uma cobra, com a boca muito aberta [...]
– Naturalmente, naturalmente – murmurou Dumbledore, ainda observando a fumaça, sem manifestar o menor sinal de surpresa. – Mas dividida na essência?
Para Harry, aquela pergunta não tinha pé nem cabeça. A cobra de fumaça, porém, se dividiu instantaneamente em duas cobras, que se enroscaram e ondearam no aposento mal-iluminado. Com uma expressão de penosa satisfação, Dumbledore deu mais um leve toque com a varinha no instrumento [...]”

  • OdF, capítulo 22.


“As portas de carvalho da entrada tinham se aberto. Os estudantes de ambos os lados se afastaram depressa, e Dumbledore apareceu na entrada. O que ele andara fazendo lá fora Harry nem podia imaginar, mas havia algo impressionante naquela visão recortada contra a noite estranhamente brumosa. Deixando as portas escancaradas, ele atravessou o círculo de espectadores em direção à trêmula Profª Trelawney, sentada no malão com o rosto manchado de lágrimas, e à Profª McGonagall ao seu lado.
[...]
– A senhora está certa, é claro, Profª Umbridge. Como Alta Inquisidora, a senhora tem todo o direito de despedir meus professores. No entanto, não tem autoridade para expulsá-los do castelo. Receio – continuou ele com uma leve reverência – que o poder de fazer isso ainda pertença ao diretor, e é meu desejo que a Profª Trelawney continue a residir em Hogwarts.”

  • OdF, capítulo 26.


“– A Armada de Dumbledore, Cornélio – disse Dumbledore, ainda sorrindo ao agitar a lista de nomes diante dos olhos de Fudge. – Não é a Armada de Potter. É a Armada de Dumbledore.
– Mas... mas...
A compreensão iluminou subitamente o rosto de Fudge. Ele recuou um passo, horrorizado, soltou um ganido e pulou outra vez para longe da lareira.
– Você? – sussurrou, sapateando na capa em chamas.”

  • OdF, capítulo 27.


Cornélio Fudge: – “[...] Você [Dumbledore] será agora escoltado ao Ministério, onde será formalmente acusado, e escoltado a Azkaban para aguardar julgamento!
– Ah – disse Dumbledore educadamente –, sim. Sim, achei que chagaríamos a esse pequeno transtorno.
– Transtorno?! – exclamou Fudge, a voz vibrando de felicidade. – Não vejo nenhum transtorno, Dumbledore!
– Bom – replicou Dumbledore desculpando-se –, receio dizer que vejo.
– Ah, verdade?
– Bom, parece que você tem a ilusão de que irei... como é mesmo a expressão? Que irei sem fazer barulho. Receio dizer que não vou sem fazer barulho, Cornélio. Não tenho absolutamente a intenção de ir a Azkaban. Eu poderia fugir, é claro, mas que perda de tempo, e francamente, posso pensar em inúmeras coisas que prefiro fazer.”

  • OdF, capítulo 27.


“Um raio prateado lampejou pela sala; ouviu-se um estrondo como o de um tiro e o chão tremeu; uma mão agarrou Harry pelo cangote e forçou-o a se deitar no chão quando o segundo raio disparou. [...]
Harry tentou virar para os lados para ver quem o estrangulava , e viu a Profª McGonagall encolhida ao seu lado; ela o livrara e a Marieta, afastando-os do perigo. A poeira ainda caía devagarinho do alto em cima dele. Ligeiramente ofegante, Harry viu uma figura alta vindo em sua direção.
– Vocês estão bem? – perguntou Dumbledore.
[...]
Dumbledore: – Agora eles não tardarão a acordar e será melhor que saibam que tivemos tempo de nos comunicar; vocês devem agir como se o tempo não tivesse passado, como se eles tivessem sido apenas derrubados, eles não se lembrarão...
– Aonde você vai, Dumbledore? – sussurrou McGonagall. – Largo Grimmauld?
– Ah, não – respondeu com pum sorriso triste. – Não vou sair para me esconder. Fudge logo irá desejar nunca ter me tirado de Hogwarts, prometo.”

  • OdF, capítulo 27.


“Quando ela [a porta] se fechou, Harry ouviu a voz de Fineus Nigellus:
– Sabe, ministro, discordo de Dumbledore em muita coisa... mas não se pode negar que ele tem classe...”

  • OdF, capítulo 27.


"[...] Diretamente no alto, emoldurado pela porta da Sala do Cérebro, achava-se Alvo Dumbledore, a varinha no ar, seu rosto pálido e enfurecido. Harry sentiu uma espécie de choque elétrico em cada partícula de seu corpo - estavam salvos.
Dumbledore desceu depressa os degraus passando por Neville e Harry, que não pensava mais em ir embora.Dumbledore já estava ao pé dos degraus quando o Comensal da Morte mais próximo percebeu sua presença e berrou para os outros. Um dos Comensais da Morte correu o mais que pôde, trepando como um macaco pelos degraus de pedra do lado oposto. Um feitiço de Dumbledore o trouxe de volta com a maior facilidade, como se o tivesse fisgado com uma linha invisível..."

  • OdF, capítulo 35.


Batalha no Ministério da Magia: "– Foi uma tolice vir aqui hoje à noite, Tom - disse Dumbledore calmamente – Os aurores estão a caminho..."

  • OdF, capítulo 36.


Voldemort: "– Você não está procurando me matar Dumbledore? – gritou Voldemort, seus olhos vermelhos apertados e visíveis sobre o escudo. – Está acima de tal brutalidade?
– Ambos sabemos que há outras maneiras de destruir um homem, Tom – disse Dumbledore calmamente, continuando a andar em direção a Voldemort como se nada temesse no mundo, como se nada tivesse acontecido para interromper o seu passeio pelo saguão. – Admito que meramente tirar sua vida não me satisfaria...
– Não há nada pior do que a morte, Dumbledore! – rosnou Voldemort.
– Você está muito enganado – disse Dumbledore, ainda avançando para Voldemort e falando naturalmente como se estivessem discutindo a questão enquanto tomavam um drinque. Harry se sentiu apavorado ao vê-lo caminhar, sem defesa, sem escudo; [...] – Na verdade, sua incapacidade de compreender que há coisas muito piores do que a morte sempre foi sua maior fraqueza..."

  • OdF, capítulo 36.


Harry: "– Me deixe sair – disse ele. Estava tremendo dos pés à cabeça.
– Não – disse Dumbledore com simplicidade.
Por alguns segundos eles se encararam.
– Me deixe sair – repetiu o garoto.
– Não – repetiu Dumbledore.
– Se o senhor não deixar... se o senhor me prender aqui... se o senhor não me deixar...
– Perfeitamente, continue a destruir meus pertences – disse Dumbledore serenamente. – Reconheço que os tenho em excesso."

  • OdF, capítulo 37.


“Dumbledore baixou as mãos, estudou Harry através dos seus oclinhos de meia-lua, e falou:
– Está na hora de lhe dizer o que deveria ter-lhe dito há cinco anos, Harry. Sente-se, por favor. Vou lhe contar tudo. Peço que tenha um pouco de paciência. Você terá oportunidade de se enfurecer comigo, de fazer o que quiser, quando eu terminar. Não irei impedi-lo.”

  • OdF, capítulo 37.


Dumbledore para Harry: “– Mas eu sabia, também, qual era o ponto fraco de Voldemort. Então, tomei minha decisão. Você seria protegido por uma magia de que ele tem conhecimento, mas que despreza e, portanto, sempre subestimou, para seu prejuízo. Estou me referindo, naturalmente, ao fato de que sua mãe morreu para salvá-lo. Ela lhe conferiu uma proteção duradoura que ele jamais esperou, uma proteção que até hoje corre em suas veias. Confio, portanto, no sangue de sua mãe. Entreguei você à irmã dela, sua única parenta viva.
– Ela não me ama – disse Harry na mesma hora. – Ela não liga a mínima...
– Mas ela o aceitou – interrompeu-o Dumbledore. – Pode tê-lo aceitado de má vontade, enfurecida, contrariada, amargurada, mas, ainda assim, o aceitou, e, ao fazer isso, selou o feitiço que lancei sobre você. O sacrifício de sua mãe transformou o vínculo de sangue no escudo mais forte que eu poderia lhe dar.
– Mas continuo sem...
– Enquanto você ainda puder chamar de sua a casa em que vive o sangue de sua mãe, ali você não pode ser tocado nem ferido por Voldemort. Lílian derramou seu sangue, mas ele continua vivo em você e em sua tia. O sangue dela se tornou o seu refúgio. Você precisa voltar lá apenas uma vez por ano, mas enquanto puder chamar aquela casa de sua, enquanto estiver lá, ele não poderá atingi-lo. Sua tia sabe disso. Expliquei-lhe o que tinha feito na carta que deixei com você à porta dela. Ela sabe que ao acolher você ela talvez o tenha mantido vivo nos últimos quinze anos.”

  • OdF, capítulo 37.


“– Há cinco anos, então – continuou Dumbledore, como se não tivesse feito pausa alguma em sua história –, você [Harry] chegou em Hogwarts, talvez nem tão feliz nem tão bem nutrido como eu gostaria que estivesse, mas vivo e saudável. Não era um principezinho mimado, mas um menino tão normal quanto eu poderia esperar nas circunstâncias.”

  • OdF, capítulo 37.


“– Eu me preocupava demais com você – disse Dumbledore com simplicidade. – Me preocupava mais com a sua felicidade do que com o seu conhecimento da verdade, mais com sua paz de espírito do que com o meu plano, mais com a sua vida do que com as vidas que seriam perdidas se meu plano fracassasse. Agi exatamente como Voldemort espera que nós, tolos, que amamos, façamos.
‘Tenho defesa? Desafio qualquer um que tenha observado você como eu – e eu o tenho observado mais atentamente do que você pode ter imaginado – a não querer lhe poupar mais dor do que você já tem sofrido. Que me importavam as inúmeras pessoas e bichos sem nome nem rosto sacrificados em um futuro difuso, se no aqui e agora você estava vivo, bem e feliz? Nunca sonhei que seria responsável por alguém assim.”

  • OdF, capítulo 37.


Dumbledore para Harry: “– Voldemort tentou matá-lo quando você era criança por causa de uma profecia feita pouco antes do seu nascimento. Ele sabia da existência dessa profecia, embora não conhecesse todo o seu conteúdo. Dispôs-se a matá-lo ainda bebê, acreditando que estava cumprindo os dizeres da profecia. Descobriu, à própria custa, que estava enganado, quando a maldição que ele lançara para matá-lo saiu pela culatra. Então, desde que recuperou o corpo, e particularmente desde a sua extraordinária fuga de suas mãos no ano passado, ele decidiu ouvir aquela profecia inteira. Esta é a arma que ele tem buscado com tanta diligência desde o seu retorno: o conhecimento de com destruí-lo.

  • OdF, capítulo 37.


Dumbledore para Harry: “– Ele escolheu o menino que considerou ter a maior probabilidade de lhe oferecer perigo. E repare, Harry: ele não escolheu o puro-sangue (que, de acordo com o credo dele, é o único tipo de bruxo que vale a pena ser ou conhecer) mas o mestiço, como ele próprio. Viu-se em você antes mesmo de ter visto você, e, ao marcá-lo com essa cicatriz, ele não o matou conforme pretendia, mas lhe concedeu poderes e um futuro, que o equiparam para escapar dele, não uma mas quatro vezes até o momento...algo que nem os seus pais nem os de Neville jamais conseguiram.”

  • OdF, capítulo 37.


“– Há uma porta no Departamento de Mistérios – interrompeu-o Dumbledore – que está sempre trancada. Contém uma força mais maravilhosa e mais terrível que a morte, do que a inteligência humana, do que as forças da natureza. E talvez seja também o mais misterioso de muitos objetos de estudo que são guardados lá. É o poder guardado naquela sala que você possui em grande quantidade, e que Voldemort não possui. Esse poder o levou a tentar salvar Sirius hoje à noite. Esse poder também o salvou de ser possuído por Voldemort, porque ele não poderia suportar residir em um corpo tomado por uma força que ele detesta. No fim, não teve importância que você não pudesse fechar sua mente. Foi o seu coração que o salvou.
Harry fechou os olhos. Se não tivesse ido salvar Sirius, o padrinho não teria morrido... Mais para adiar o momento em que teria de pensar nele outra vez, Harry perguntou, sem se preocupar muito com a resposta:
– O final da profecia... falava... nenhum poderá viver...
–... enquanto o outro sobreviver... – completou Dumbledore.
– Então – disse Harry, retirando do peito as palavras do que lhe parecia um poço de profundo desespero –, então isso significa que... que um de nós terá de matar o outro no fim?
– Sim.”

  • OdF, capítulo 37.


“– Sinto que lhe devo mais uma explicação, Harry – disse Dumbledore hesitante. – Você talvez tenha se perguntado por que não o escolhi para monitor? Devo confessar... que preferi... você já tinha responsabilidade suficiente.
Harry ergueu a cabeça para ele e viu uma lágrima escorrer pelo rosto de Dumbledore e desaparecer em suas longas barbas prateadas.”

  • OdF, capítulo 37.


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